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COLETIVO ÂMBAR
 

Em 2010, após o "X Taller Internacional de Teatro Malayerba" em Equador, do qual participei devido a meu processo de pesquisa na faculdade, foi cofundado o Colectivo Âmbar, uma rede de  teatristas latino-americanos com participação de membros em Colômbia, Costa Rica, Brasil e Peru, articulados a fim de mantermos em contato para realizar, em princípio, processos de formação cênica com grandes mestres do Teatro Latino-americano como Malayerba, Teatro de Los Andes, Yuyachkani, entre outros. Assim, desde 2010 até 2013, assumo a coordenação geral da rede  gestando as seguintes atividades:

Projeto Lima 2011 - O projeto propôs a realização do encontro de pesquisa e formação cênica articulando parte do Laboratorio Abierto Yuyachkani 2011, junto à produtora da agrupação Socorro Naveda. Assim, organizo o encontro com membros do Coletivo Âmbar das delegações Costa Rica, Brasil e Peru, junto a produção de Yuyachkani, que convococou participantes provenientes de Argentina, Colômbia, Chile, Equador, Espanha, México,  Peru e Puerto Rico.

O encontro promovia a pesquisa e treinamento com profissionais da agrupação como Ana Correa, Débora Correa, Augusto Casafranca, Rebeca Ralli, Teresa Ralli Miguel Rúbio, Amiel Cayo (na época) e Julián Vargas.

Parte das atividades na coordenação deste encontro foi a consecução de apoios para a delegação Costa Rica, advindos da Universidad de Costa Rica, facilitando o trâmite através de bolsas de viagem  para participantes universitários, assim como apoios do Instituto Costarricense de Turismo (ICT), proporcionando quase um 70% de desconto sobre o valor das passagens aéreas. Também foi articulado a hospedagem e alimentação (cafe da manhã) da Delegação Costa Rica e Brasil em Lima, no intuito da economia no orçamento.

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Projeto Quito - Sucre 2012 - O projeto, co-produzido junto a Daysi Sanchez (Produtora Teatro Malayerba) e Giampaolo Nally (Produtor Teatro de Los Andes)  propôs a realização do encontro de pesquisa e formação cênica com a agrupação Malayerba, em Equador, com profissionais como Aristides Vargas, Charo Frances, Daysi Sanchez, Gerson Gurerra, Santiago Villacís e Joselino Suntaxi; assim como o Teatro de los Andes, em Yotala Bolívia, com profissionais como Alice Guimaraes, Gonzalo Callejas, e Lucas Achiríco. O projeto tinha como objetivo aprofundar processos de dramaturgia, atuação, encenação, expressão vocal e corporal. Para isto foram organizados membros do Coletivo Âmbar, das delegações Costa Rica, Brasil, Peru, somados aos novos membros de Equador e México.

Parte das atividades na coordenação deste  projeto foi a consecução de apoios para a delegação Costa Rica, advindos da Universidad de Costa Rica, facilitando o trâmite através de bolsas de viagem  para participantes universitarios, assim como apoios do Instituto Costarricense de Turismo (ICT), proporcionando quase um 70% de desconto sobre o valor das passagens aéreas.

O projeto também operou sobre a consecução de incentivos de apoio para a Delegação Brasil, através da aprovação do projeto diante do edital de Mobilidade da Secretaria de Cultura do Governo do Estado (Secult).

Também foi articulado a hospedagem, alimentação  em Quito, assim como o deslocamento até a cidade de Yotala em Bolivia. 

Projeto 1º FITLÂ Costa Rica 2013 - Após a coordenação dos projetos de formação realizados até o 2012, compreendo a potencialidade do Coletivo Âmbar como uma rede que, articulada, pode fornecer espaços não só de formação como de circulação de nossos próprios produtos artísticos, incentivando a sustentabilidade na criação, pesquisa e circulação de nossos projetos. Assim, em companhia de Camila Guilera da Delegação Brasil, idealizo o FITLÂ - Festival Intinerante de Teatro Latinoamericano Âmbar, somando posteriormente, à coordenação de produção  a Madelene Garita e Natalia Salazar como parte da Delegação Costa Rica, assinando a 1ª Edição do FITLÂ en San José de Costa Rica no 2013.

O projeto articulou participantes de Argentina, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Equador, México e Peru em diversas  atividades como espetáculos, oficinas e diálogos, conectando com teatros da cidade de San José, praças públicas do centro e periferia da cidade, assim como salas de centro culturais. A programação contemplou 15 apresentações de espetáculos, oficinas dos membros do coletivo, assim como diálogos e conversatórios sobre produção e gestão teatral com profissionais de importantes instituições culturais em San José de Costa Rica.

Este projeto não contou com patrocínio, mas sim com parcerias e apoio de diversas instâncias de cultura:

Teatro Universitário da Universidad de Costa Rica (UCR), Universidad Nacional de Costa Rica (UNA); Teatro Melico Salazar; Centro Nacional de Cultura CENAC - Teatro 1987; Teatro Oscar Fessler del Taller Nacional de Teatro; Municipalidad de San José; Municipalida de Goicochea; Embajada de México;   A realização deste projeto soma as delegações de Argentina e Bolívia a rede.

O Coletivo Âmbar se assinta como uma Rede de Artistas Cênicos e Promotores Latino-americanos.

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Projeto Fronteiras 2013 - Um projeto de criação em em residência que contou com o apoio de Iberescena.

Neste projeto, faço parte da assistência de direção na criação do espetáculo e também sou suporte na produção. O projeto articula membros das delegações Brasil, Costa Rica, Equador, México e Peru.

Parte das atividades no suporte de produção deste  projeto, foi a captação de apoios para a delegação Costa Rica, advindos da Universidad de Costa Rica, facilitando o trâmite através de bolsas de viagem  para participantes universitarios, assim como apoios do Instituto Costarricense de Turismo (ICT), proporcionando quase um 70% de desconto sobre o valor das passagens aereas.

O projeto de residência artística diante Iberescena, foi idealizado por Milena Flick da Delegação Brasil.  Neste projeto, devido ao carater abrangente e articulador do Coletivo que a cada ano, com cada projeto, somava novos participantes, submeto a coordenação geral do Coletivo ao trânsito gradativo à uma nova estruturação administrativa a partir de um Núcleo de Coordenação, composto pelas principais representantes de cada delegação. Ao mesmo tempo, sugiro a elaboração de projetos feitos fora da margem do Núcleo de Coordenação, entendidos como "Micro-Redes", propostas autonomas e independentes da coordenação.

Após discussões de andamento no desenvolvimento do projeto Fronteiras, assim como da proposta indicada sobre Núcleo de Coordenação, me afasto paulatinamente do Coletivo Âmbar, por dissidências filosóficas, políticas e éticas. 

© 2022 - Site - Portifolio: Daniela Chávez | Artista Cênica e Instrutora de Teatro 

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